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Serra gaúcha: era o único pólo brasileiro de vinhos finos nos anos 70. Responde por 90% do vinho produzido no Brasil e tem como destaque o município de Bento Gonçalves.

 

 
 

 

 

Da França aos Estados Unidos, passando pelo Brasil e Chile. A produção de uvas, antes restrita à Europa, se espalhou por boa parte do planeta. Conheça abaixo um pouco mais sobre as tradicionais e também as novas regiões de cultivo da fruta e de elaboração da bebida.

França

Bordeaux: próxima ao mar, a região está situada no sudoeste do país e é a maior produtora de vinhos finos do mundo. Nela são produzidos 500 milhões de garrafas de vinhos tinto, brancos secos, branco doces, rosés e espumantes. Cerca de 100 mil hectares de terra são destinados ao cultivo.

Champagne: situada ao norte, é uma região fria onde ficam as cidades de Reims, Epernay e Ay. Produz a bebida que leva seu nome – somente se denomina “champagne” a espumante produzida lá. O grupo Möet et Chandon é o maior da região.

Borgonha: as uvas mais importantes desta região são a pinot noir e a branca chardonnay. Nela estão situadas sub-regiões como Beaujolais.

Itália

Toscana: produz o Chianti, o mais conhecido vinho de procedência italiana no mundo, além do Brunello de MontalcinoNesta região, os vinhos são produzidos desde o tempo dos etruscos, entre os anos de 1200 e 700 a . C.

Portugal

Região noroeste (Aveiro, Braga, Porto, Viana do Castelo, Vila Real e Viseu): lá é produzido o vinho verde, uma das marcas registradas do país. É um vinho que deve se consumido gelado e antes de completar um ano de produção.

Douro: região onde são produzidos ótimos vinhos do Porto, tintos e brancos de mesa.

Alentejo: produz vinhos fortes e robustos, bastante consumidos em Lisboa. É uma região de frio cortante e calor extremo no verão.

Dão: os vinhos desta região têm sido mais consumidos no Brasil, principalmente por apresentarem preços acessíveis. Abriga cerca de 20 mil hectares de vinicultura

Espanha

Catalunha: abrange 60 mil hectares de plantações de uvas utilizadas para o cava , um espumante espanhol.

Chile

Aconcágua, Atacama, Coquimbo, Valle Central e Sul: essas são as cinco regiões vinícolas do país, cujo clima é perfeito para a cultura das uvas. A uva tinta de destaque é a cabernet sauvignon – a uva merlot ocupa segundo lugar. Os vinhos tintos correspondem a 60% da produção do Chile, que atinge o total de cerca de 545 milhões de litros por ano.

Estados Unidos

Califórnia: detém 90% da produção do país ou 2 bilhões de garrafas. Napa Valley, sub-região vinicultora da Califórnia, recebe 250 mil visitantes por ano. As principais uvas americanas são as tintas cabernet sauvignon, merlot e pinot noir. Entre as brancas estão sauvignon blanc, pinot blanc, riesling, chardonnay e chenin blanc.

Brasil

Planalto catarinense: Em São Joaquim e Bom Retiro, em Santa Catarina , na altitude de 1200 metros , temos a mais nova área vinícola do Brasil. A vinícola de maior porte, chamada Vinícola Villa Francione, apresntou seu primeiro vinho, um branco da Chardonnay, em 2005. O seu primeiro Cabernet Sauvignon entrou no mercado entre 2006 e 2007.

Serra gaúcha: era o único pólo brasileiro de vinhos finos nos anos 70. Responde por 90% do vinho produzido no Brasil e tem como destaque o município de Bento Gonçalves.

A campanha gaúcha: fronteira do Brasil com o Uruguai, exibe clima temperado com verões quentes e secos, menos chuvosos que a Serra Gaúcha. O principal pólo continua sendo Palomas, em Santana do Livramento, onde a empresa Almadén plantou nos anos setenta vinhedos hoje pertencentes à Miolo Wine Group. A região produz uvas tannat, cabernet sauvignon e merlot entre as tintas e riesling, chardonnay e gewürztraminer entre as brancas.

O Vale do São Francisco: na s cidades de Lagoa Grande PE  e Casa Nova BA cultivo tornou-se possível graças à irrigação controlada com a água do rio. As uvas de destaque são moscatel, cabernet sauvignon e syrah. No município de Casa Nova, no lado baiano, as empresas Miolo e Lovara produzem brancos secos, brancos doces, tintos e espumantes da marca Terranova. Toledo no Paraná,  Andradas , Poços e mais  recentemente Diamantina ,Minas Gerais, colocam também os Mineneiros na produção dos vinhos brasilerios.Videira, São Roque no estado de São Paulo, alguma coisa ainda de forma artesanal em Espírito Santos, Goiás e até mesmo no Ceará fecham as regiões, municípios que produzem a bebida dos Deuses.

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