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NECESSIDADE
DOS NOVOS TEMPOS
Viajar,
fazer turismo, no século XXI, não será apenas para
descansar, conhecer, comprar ou vender. Será uma necessidades dos
novos tempos. A vida moderna em suas exigência e a velocidade com
que se desenvolve, sofre a acusação de ser uma fábrica de
neuroses.
Na verdade o homem
moderno apegado ao seu egoísmo, aos bens materiais, de sempre
lutar pelo mais, pelo crescimento, pelo progresso esquece seus
verdadeiros valores históricos, morais e éticos, acaba
naufragando em terríveis neuroses e até mesmo em incuráveis
psicoses.
É preciso que o
homem descubra o homem. E,
mais do que isso é preciso que o sentimento bíblico de “amar o
próximo como a si mesmo” ressurja. Mas o problema é que as
pessoas esqueceram ou desaprenderam de se amar, de se gostar, de
se sentir. E, isto se torna mais difícil ainda a vida dentro dos
parâmetros chamados de rotineiros. Mas é preciso que o ser
humano primeiro se redescubra e depois que restabeleça o convívio
harmonioso entre os seres. Para
que essa interligação aconteça é preciso que as pessoas se
conheçam pessoalmente.
O homem moderno,
fruto de um mundo desumano tem necessidade muito mais do que o
homem antigo de intercâmbio e, portanto, de convivência. Hoje é
comuns se falar em Turismo de Negócios, Turismo Saúde, Turismo
Ecológico, Religioso e muitas outras termologias vão surgindo
para identificar uma “necessidade” humana. Já se comenta
Turismo Espacial, Turismo Virtual etc., nada mais é do encontro
do homem com o homem. Este encontro este entendimento acaba num
sentimento vigilante e fratereno.
A verdade é que
através do turismo e de suas realizações transforma o
turismo numa Indústria. A Indústria da Paz. É neste particular
que o turismo assume conotações diferenciadas a partir do ano
2005. O problema crucial do apaziguamento dos povos, é que
nenhuma instituição por mais bem aparelhada que seja, ainda não
conseguiu alcançar, o que o turismo tem alcançado. Daí a
necessidade urgente de se tornar uma instituição cada vez mais
atuante. É necessário um empenho especial do estado moderno em
desenvolver, de forma adequada, essa Indústria de base que não
produz canhões nem fábricas de foguetes agressivos, mas visa a
tranqüilidade, o mútuo respeito e à compreensão.
De
Indústria sem chaminés, como o turismo foi difundido no Brasil,
passa agora ser denominada da Indústria da Paz. Por isso que o
Turismo passa a ter uma nova concepção e o Enoturismo por ter
como componentes: o exercício da cordialidade e da amizade
requisitos básicos para a Paz. Principalmente, quando essa Paz
esta acompanhada de: música, dança, alegria, história, cultura,
mitos e lendas do fantástico mundo do vinho.
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